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Israel nega planejar 6 mil novas casas na Cisjordânia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo de Israel negou que esteja planejando construir mais de 6 mil novas casas em assentamentos judeus na Cisjordânia neste ano. O jornal Yediot Ahronot publicou nesta sexta-feira uma reportagem sobre a existência do plano, dizendo que a expansão dos assentamentos na Cisjordânia coincidiria com a retirada de tropas e colonos israelenses da Faixa de Gaza. O plano também legalizaria a existência de 120 postos avançados de assentamentos já existentes que vão contra o texto do plano de paz apoiado pelos Estados Unidos. Mas Autoridade Territorial de Israel disse que os planos eram antigos e jamais receberam aprovação oficial. Plano O jornal disse que um terço das novas casas seria construído no assentamento de Maaleh Adumim, o maior da Cisjordânia, com uma população de 30 mil pessoas. A correspondente da BBC em Jerusalém Barbara Plett disse que o projeto alimentaria os temores palestinos de que Israel está planejando deixar a Faixa de Gaza para reforçar o seu controle sobre a Cisjordânia. Mas um porta-voz da Autoridade Territorial de Israel disse à agência de notícias Reuters que o jornal divulgou um rascunho de um plano apresentado em 2003 e que jamais foi aprovado. A presença dos assentamentos judeus na Cisjordânia é um dos temas que mais dividem israelenses e palestinos. O plano aprovado apoiado pelos Estados Unidos prevê que Israel deve remover todos os assentamentos erguidos desde março de 2001, quando Ariel Sharon assumiu o cargo de primeiro-ministro. |
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