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Atualizado às: 21 de fevereiro, 2005 - 19h08 GMT (17h08 Brasília)
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Israel liberta 500 prisioneiros palestinos
Prisioneiros palestinos libertados
Parentes proporcionaram uma emocionada recepção a ex-prisioneiros
Os primeiros 500 prisioneiros palestinos libertados por Israel após o acordo de cessar-fogo com os palestinos, assinado no começo do mês, se reuniram com suas famílias nesta segunda-feira.

Eles haviam sido levado para a prisão militar de Ketziot, no deserto de Negev, e depois para vários postos de controle de fronteira de Israel com a Faixa de Gaza e a Cisjordânia.

No caminho, vários fizeram o “V” da vitória para pessoas que acompanhavam a passagem dos ônibus que os transportavam.

Nos postos de controle eles foram entregues aos cuidados de integrantes Autoridade Nacional Palestina.

Mais presos

O acordo de cessar-fogo
Palestinos exilados receberão permissão para voltar à Cisjordânia
Israel interromperá a demolição das casas de militantes suicidas
A fronteira Gaza-Egito será reaberta a palestinos
Palestinos serão libertados de prisões israelenses
A Autoridade Palestina se compromete a controlar grupos militantes
Israel entregará cinco cidades da Cisjordânia a palestinos

Palestinos querem que os israelenses liberem um número muito maior de prisioneiros.

Estima-se que 7,5 mil palestinos estejam sendo mantidos em prisões israelenses.

O governo israelense concordou em soltar mais 400 “em um futuro próximo”.

"A libertação acontece em coordenação com a Autoridade Palestina e de acordo com arranjos feitos com autoridades de segurança palestinas", disseram militares israelenses em um comunicado.

A lista de prisioneiros libertados foi feita por uma comissão ministerial como parte de medidas para criar laços de confiança com a Autoridade Palestina.

Alegria

Dos 500 soltos nesta segunda-feira, 382 são palestinos que tinham sido condenados e 118 estavam em "prisão administrativa".

Quando eles saíram dos ônibus, muitos familiares – alguns com bandeiras de grupos militantes palestinos – se aproximaram para lhes abraçar.

“Não posso acreditar que estou respirando o ar da liberdade, que vou ver minha família”, disse Abu Madala à agência de notícias Associated Press.

“Nada pode descrever minha alegria e o que estou sentindo.”

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