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Argentinos voltam às ruas para pedir punição por incêndio | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Milhares de argentinos foram às ruas pela quarta vez em uma semana para pedir a punição dos que consideram culpados pelo incêndio numa discoteca de Buenos Aires que matou 188 pessoas. De acordo com o jornal Clarín, sete mil pessoas participaram da manifestação, incluindo parentes das vítimas e fãs da banda de rock Los Callejeros, que estava fazendo um show na casa noturna quando o fogo começou. O incêndio foi provavelmente provocado por um fogo de artifício lançado dentro da boate, mas a polícia acredita que o número de mortos poderia ter sido menor se as portas de emergência não estivessem trancadas. A população responsabiliza o proprietário da casa noturna, Omar Chabán, pela violação das regras de segurança e a prefeitura de Buenos Aires por ter permitido que o local funcionasse. "Escutem, escutem, escutem, não foi o fogo de artifício nem o rock and roll, que matou esses meninos foi a corrupção", cantavam os manifestantes, que levavam fotografias das vítimas e cartazes pedindo a punição de Chabán e do prefeito Aníbal Ibarra. Segundo o jornal Clarín, a marcha do santuário improvisado na frente da boate à Prefeitura foi pacífica, com exceção de um incidente violendo envolvendo um pequeno grupo de manifestantes e a polícia, já no final da manifestação. Ainda de acordo com o diário argentino, os militantes atacarem com pedras e paus os policiais, que teriam respondido jatos d'água. |
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