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Diretor de ministério iraquiano é morto em Bagdá | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Atiradores mataram o diretor-geral do Ministério das Comunicações do Iraque, nesta quinta-feira. Kassim Imhawi dirigia para o trabalho, no centro de Bagdá, quando foi cercado por outros carros, dirigidos pelos atiradores. Oito guarda-costas de Imhawi ficaram feridos nos ataques, segundo a agência de notícias Associated Press. O assassinato ocorre dias depois de o primeiro-ministro interino iraquiano Ayad Allawi ter alertado que insurgentes poderiam intensificar seus ataques com a proximidade das eleições, marcadas para 30 de janeiro. ONU Mas, apesar dos temores, a ONU está se preparando para aumentar a sua presença no Iraque, em uma tentativa de fazer com que as eleições transcorram sem problemas. Sob a pressão dos Estados Unidos, a organização deve se concentrar nas cidades de Basra, no sul, e Irbil, no norte. O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, deve discutir seus planos nesta quinta-feira, com o secretário de Estado americano, Colin Powell, e a sucessora dele, Condoleezza Rice. A ONU tem mantido um número mínimo de funcionários no Iraque desde agosto de 2003, quando seu quartel-general em Bagdá foi alvo de um atentado, em que morreu o brasileiro Sérgio Vieira de Mello, enviado especial da organização no país. Um ano depois, Annan permitiu que os funcionários estrangeiros voltassem ao Iraque em pequenos grupos. A ONU tem pelo menos 60 representantes no país atualmente e planeja colocar 25 especialistas em monitoramento de eleições para a votação em janeiro. Além disso, cerca de 250 membros das forças de paz das Ilhas Fiji estão sendo treinados para acompanhar a eleição. |
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