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Otan vai enviar mais instrutores para o Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os ministros das Relações Exteriores dos países na Otan (aliança militar ocidental) concordaram em aumentar a participação da organização em atividades de treinamento militar no Iraque. O secretário-geral da Otan, Jaap de Hoop Hoop Scheffer, afirmou após uma reunião em Bruxelas que o número de instrutores e policiais militares da aliança no Iraque passará dos atuais 60 para 300. Os reforços devem ser mandados no início de 2005. A decisão veio em resposta a pressões do secretário de Estado americano, Colin Powell, que exigia maior colaboração dos países europeus. Vários países-membros se dispuseram a enviar mais militares ao Iraque, entre eles a Polônia, a Holanda e a Hungria. França e Alemanha Tanto o secretário-geral da Otan quanto Powell expressaram a sua insatisfação com a recusa de cinco ou seis países contrários à invasão do Iraque em permitir que seus cidadãos sejam deslocados para missões em solo iraquiano. Entre estes países estão a França e a Alemanha, que durante todo o período que antecedeu a guerra para derrubar Saddam Hussein se opuseram à posição dos Estados Unidos. Bélgica, Espanha e Grécia também se negaram a enviar ajuda. “Nossa posição é de que não vamos mandar nenhum soldado ao Iraque”, disse o ministro do Exterior alemão, Joshka Fischer. O secretário-geral da Otan, Jaap de Hoop Scheffer, abriu o encontro desta quinta-feira defendendo “uma divisão justa da carga entre os aliados”. Em meio a apelos para que melhorem as relações entre americanos e europeus, diplomatas disseram que o presidente americano, George W. Bush, deve visitar a capital belga no dia 22 de fevereiro. Bush deve encontrar líderes da Otan e da União Européia em sua primeira viagem internacional após o começo de seu segundo mandato. |
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