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Novos ataques deixam quase 40 mortos no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Quase 40 pessoas foram mortas em atentados neste sábado por todo o Iraque. Dois carros-bomba explodiram na entrada do complexo conhecido como Zona Verde, que abriga o governo interino do Iraque e embaixadas de Estados Unidos e Grã-Bretanha em Bagdá. O ataque deixou quatro mortos e mais de 50 feridos. Horas depois, um militante suicida explodiu um carro-bomba na cidade de Mosul, perto de um ônibus que transportava membros de uma milícia curda. 17 integrantes do grupo foram mortos pelo atentado. De acordo com Saadi Ahmed, do partido União Patriótica do Curdistão, os membros da milícia estavam sendo levados da cidade curda de Irbil para proteger os escritórios da entidade em Mosul. O partido curdo apoiou a guerra lançada pelos Estados Unidos contra Saddam Hussein e integra o governo interino do Iraque. Houve, ainda, a morte de 16 iraquianos ao redor do país. E dois soldados americanos foram portos em ataques com bombas acionadas no acostamento de uma estrada. Policiais atacados Em Bagdá, testemunhas afirmaram que os dois veículos que explodiram na entrada da Zona Verde seguiam em direção à delegacia de polícia de Salhiyah. "Eu estava de guarda em frente ao prédio", disse o policial Adel Abdel Sadek, com o rosto coberto de cortes. "Lembrei que um carro havia tentado entrar na delegacia e nós não permitimos. Então, a explosão aconteceu", acrescentou o policial de 27 anos à agência de notícias francesa AFP. O impacto da explosão foi tão violento que um carro foi parar no telhado de um prédio de dois andares do outro lado da rua. O porta-voz da embaixada americana, Bob Callahan, disse que nenhum americano ou integrante da coalizão liderada pelos Estados Unidos foi morto ou ferido pelo duplo atentado. |
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