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EUA investigam novas fotos de supostos abusos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Marinha dos Estados Unidos informou ter iniciado uma investigação para apurar a veracidade de novas fotos que mostrariam abusos cometidos contra prisioneiros iraquianos. As fotos estavam disponíveis na internet, algumas delas mostram o que aparenta ser membros das forças especiais americanas sentados sobre prisioneiros encapuzados e algemados. Outra mostra um homem com uma arma apontada contra a cabeça dele. Um porta-voz da marinha disse que é proibido fotografar os presos, a não ser por objetivos específicos, como registro e identificação. Internet Ele disse que a investigação irá determinar a identidade e os motivos dos soldados envolvidos no suposto incidente. As fotos foram entregues a oficiais da Marinha por um repórter da agência de notícias Associated Press, que as encontrou em um site da internet para troca de imagens. As fotos teriam sido originalmente colocadas no site por uma mulher que disse que o marido as havia trazido do Iraque. Em abril desse ano, várias fotos tiradas na prisão de Abu Ghraib no Iraque, mostrando detentos iraquianos despidos e submetidos a humilhações por soldados americanos causaram indignação. Julgamento Sete militares americanos foram indiciados depois da divulgação das fotos, mas a recruta Lynndie England virou o símbolo do escândalo por aparecer nas fotos sorrindo ao lado de prisioneiros nus. Em janeiro, a soldado enfrentará uma corte marcial. Se considerada culpada, poderá ser condenada a 38 anos de prisão. |
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