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Soldado dos EUA se diz culpado por abusos em Abu Ghraib | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O reservista do Exército americano Ivan Frederick declarou-se culpado em relação a cinco acusações sobre abusos de prisioneiros da prisão de Abu Ghraib, perto de Bagdá, no Iraque. Ele é acusado de conspiração, abandono das obrigações, maus tratos, agressão e de ter cometido um ato indecente. Frederick deve ser condenado no final desta semana. Também no final desta semana vão ser instaladas na capital iraquiana as cortes marciais de outros dois policiais militares acusados de cometer abusos em Abu Ghraib - o sargento Javal Davis e o especialista Charles Graner. Ao todo, sete policiais militares e um oficial de inteligência foram acusados de abusar de prisioneiros em Abu Ghraib. Um policial julgado em maio foi condenado a um ano de prisão. Acordo Em agosto, o sargento Frederick, que é policial militar e funcionário numa prisão no Estado da Virgínia, fechou um acordo com seus acusadores para se declarar culpado por algumas acusações e ser liberado de outras, como disse seu advogado na época. Alega-se que Frederick ficou olhando um grupo de detentos que foram obrigados a se masturbar enquanto outros soldados os fotografavam. Ele também teria pisado nas mãos e nos pés dos prisioneiros. Os Estados Unidos disseram estar realizando esforços para melhorar as condições na prisão desde que os abusos se tornaram públicos por meio de fotos, em abril deste ano. Mais de 2 mil pessoas continuam detidas em Abu Ghraib por tempo indeterminado, sem acusações contra elas. |
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