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Rumsfeld continua como secretário de Defesa dos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Donald Rumsfeld, aceitou o pedido do presidente americano, George W. Bush, para permanecer no cargo. Havia especulações de que Rumsfeld deixaria o governo devido ao caso de abuso de presos em Abu Ghraib, no Iraque. Mas o correspondente da BBC no Pentágono disse que apesar de ter sido extremamente criticado pela maneira com que realizou a campanha americana no Iraque, Rumsfeld queria permanecer no cargo. Rumsfeld também dirigiu a campanha das forças americanas no Afeganistão. Ele tem planos de reformar as forças militares dos Estados Unidos para que possam ficar preparadas para lidar com novas ameaças. A permanência de Rumsfeld no cargo era a última grande dúvida sobre a composição do novo gabinete de Bush para o segundo mandato. A conselheira de Segurança Nacional, Condoleeza Rice, substituirá Colin Powell como secretária de Estado. Stephen Hadley ocupa o posto de Rice, e o ex-chefe da polícia de Nova York Bernard Kerik passa a ser o novo secretário de Segurança Interna. Demissões No total, oito membros do gabinete de Bush neste primeiro mandato renunciaram ao cargo. Na sexta-feira, o pedido de demissão foi entregue por Tommy Thompson, secretário da Saúde. "Está na hora de eu e minha família iniciarmos um novo capítulo em nossas vidas", disse Thompson, de 63 anos. Segundo especialistas, Mark McClellan, médico e economista, deve ser escolhido por Bush para o cargo. |
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