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Comércio Brasil-Rússia pode triplicar, diz Putin | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse nesta segunda-feira que existe a possibilidade de duplicar ou mesmo triplicar nos próximos anos o comércio bilateral com o Brasil, que hoje é de cerca de US$ 2 bilhões. Putin encerrou sua visita ao Brasil – a primeira de um líder russo ao país - com uma breve visita a locais turísticos no Rio de Janeiro. Mais cedo, ele se encontrou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Brasília e assinou com ele uma série de acordos bilaterais. No encontro, Putin reiterou o apoio de seu país a uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU para o Brasil. O presidente Lula, por sua vez, manifestou o apoio brasileiro a que a Rússia passe a integrar a Organização Mundial do Comércio. No entanto, a visita do presidente russo acabou sem que dois esperados anúncios, relativos às exportações de carne brasileiras à Rússia e à compra de caças russos pelo Brasil, fossem feitos. Espaço A Rússia mantém uma proibição à importação de carne da maioria dos Estados brasileiros por causa de temores em relação à febre aftosa, e não foi nesta visita que Putin anunciou o fim da medida. Por sua vez, o governo brasileiro não confirmou se uma empresa russa será a contemplada com um contrato de US$ 700 milhões para a compra de novos caças para a Força Aérea Brasileira. Na área espacial, Putin e Lula concordaram desenvolver de forma conjunta um novo foguete espacial, uma versão atualizada do atual VLS-1 brasileiro, além de uma “nova família de veículos lançadores capazes de efetual lançamentos de satélites geostacionários”, segundo diz o memorando de entendimento bilateral. A Rússia também concordou em ajudar a desenvolver a infra-estrutura espacial terrestre do Centro de Lançamento de Alcântara (MA). |
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