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Policiais russos são indiciados em processo sobre Beslan | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Rússia acusou três policiais de negligência criminal no cerco à escola de Beslan no qual mais de 350 reféns morreram. Os três são vice-comissários de polícia e foram indiciados em Nova Ossétia, onde fica Beslan e na vizinha Ingushétia, de onde vários dos seqüestradores vieram. Um correspondente da BBC disse que as acusações são as primeiras de um processo que deve ser longo. Dois superiores dos três homens, hospitalizados por incidentes não relacionados com o cerco, também vão ser indiciados quando receberem alta. Suborno Acredita-se que as acusações incluam falha ao patrulhar a fronteira e responsabilidade pela presença de um campo de treinamento rebelde na Ingushétia. Muitos dos residentes de Beslan acreditam que os seqüestradores subornaram a polícia para entrar na região. Mais de mil pessoas foram capturadas quando cerca de 30 homens armados tomaram a escola no primeiro dia de aula, em primeiro de setembro. O cerco terminou em tragédia quando os explosivos guardados pelos rebeldes dentro da escola detonaram e forças especiais russas invadiram o prédio. Metade das vítimas eram crianças. O líder rebelde chechêno Shamil Basayev assumiu posteriormente a responsabilidade pelo ataque. O Parlamento russo está conduzindo uma investigação paralela sobre o corrido. |
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