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Líder rebelde checheno 'assume ataque em Beslan' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O comandante rebelde checheno Shamil Basayev teria assumido a responsabilidade pelo ataque à escola de Beslan, na Rússia, no qual pelo menos 320 reféns foram mortos. Em uma declaração enviada a um site pertencente a rebeldes, ele disse que seu grupo Riyadus-Salikhin realizou o ataque à escola, no começo do mês. Ainda segundo o site, na declaração, Basayev assume a autoria das explosões em dois aviões russos e disse que realizou um outro ataque recente em uma estação de metrô. A Rússia ofereceu uma recompensa de US$ 10 milhões pela captura de Besayev e de outro líder rebelde checheno, Aslan Maskhadov. Procurados O grupo Riyadus-Salikhin já foi responsabilizado por um grande número de ataques na Rússia na última década. Segundo o serviço de segurança russo, Basayev e Maskhadov estão sendo procurados há anos por atentados realizados contra alvos russos que causaram "perdas irreparáveis". Maskhadov, tido como moderado por alguns analistas, foi eleito presidente da Chechênia em 1997, mas depois rompeu com o governo russo e entrou na clandestinidade. Basayev, visto como um dos mais radicais líderes chechenos, assumiu a responsabilidade pela tomada de um teatro moscovita em 2002. A ação terminou com a morte de pelo menos 140 pessoas. O líder militante também é suspeito de ter planejado o atentado a bomba realizado em maio em um estádio de futebol na capital chechena, que matou o ex-presidente checheno Akhmad Kadyrov. |
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