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Atualizado às: 24 de setembro, 2004 - 16h11 GMT (13h11 Brasília)
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Líder checheno quer ex-aliado condenado por seqüestro
Shamil Basayev e Aslan Maskhadov
Governo russo ofereceu recompensa pela captura de Basayev (à esq.) e Maskhadov
O líder rebelde checheno Aslan Maskhadov disse que o seu ex-aliado Shamil Basayev deve ser levado a julgamento pela tragédia na escola de Beslan, no sul da Rússia.

Basayev admitiu ter organizado o seqüestro na escola da Ossétia do Norte, mas culpou as forças de segurança pelas centenas de mortes na tragédia.

Maskhadov disse que Basayev e outros devem ser julgados no final da guerra pela independência da Chechênia.

A declaração foi divulgada no site dos rebeldes na internet, Chechenpress.com.

Guerra

Maskhadov voltou a dizer que as forças rebeldes chechenas sob seu comando "nada têm a ver com o ato terrorista" em Beslan.

"Infelizmente, com a continuação da guerra, é quase impossível levar à Justiça os responsáveis pelo ato terrorista", disse.

Mais de 320 reféns foram mortos, muitos deles crianças, como resultado da invasão de uma escola em Beslan, na Ossétia do do Norte, no início do mês.

Eles morreram durante os pesados combates entre os seqüestradores e as forças de segurança russas que cercavam a escola.

Etnias diversas

Besayev disse que seus combatentes foram responsáveis pelo seqüestro e também pelas explosões de dois aviões de companhias aéreas russas e de uma estação do metrô de Moscou.

Ele identificou o comandante da operação em Beslan como "Coronel Orstkhoyev" e disse que 31 pessoas de vários grupos étnicos da Rússia, além de dois árabes, tomaram parte. Entre eles estavam 12 homens e duas mulheres da Chechênia.

Moscou culpa Maskhadov e Besayev pela tragédia de Beslan e ofereceu recompensa de US$ 10 milhões pela captura deles.

A Rússia também insiste que seus soldados atacaram a escola somente quando os explosivos colocados pelos seqüestradores começaram a ser detonados dentro do prédio e as crianças tentaram correr para se salvar.

Basayev disse que os seqüestradores queriam a retirada das forças russas da Chechênia.

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