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Rússia oferece US$ 10 milhões por rebeldes chechenos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo russo ofereceu uma recompensa equivalente a US$ 10 milhões por informações que levem à captura dos líderes rebeldes chechenos Aslan Maskhadov e Shamil Basayev. Segundo o serviço de segurança russo, Basayev e Maskhadov estão sendo procurados há anos por atentados realizados contra alvos russos que causaram "perdas irreparáveis". Maskhadov, tido como moderado por alguns analistas, foi eleito presidente da Chechênia em 1997, mas depois rompeu com o governo russo e entrou na clandestinidade. Basayev, visto como um dos mais radicais líderes chechenos, assumiu a responsabilidade pela tomada de um teatro moscovita em 2002. A ação terminou com a morte de pelo menos 140 pessoas. O líder militante também é suspeito de ter planejado o atentado a bomba realizado em maio em um estádio de futebol na capital chechena, que matou o ex-presidente checheno Akhmad Kadyrov. Anonimato Os agentes de segurança dizem garantir a segurança e o anonimato de quem prestar informações sobre os militantes. A agência de notícias russa Itar-Tass informou que o departamento de segurança da Chechênia disse ter preso duas mulheres suspeitas de envolvimento em atentados. As duas moram na cidade chechena de Shali e teriam sido treinadas em atos de sabotagem e na realização de atentados suicidas. A Rússia conta com um total de 70 mil soldados baseados na Chechênia. |
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