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Mundo árabe lamenta morte de 'símbolo da resistência' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Autoridades do mundo árabe lamentaram a morte de Yasser Arafat, ocorrida na madrugada desta quinta-feira. Hossam Zaki, porta-voz da Liga Árabe, disse que a morte de Arafat é uma grande perda, não só para o povo palestino como também para o mundo árabe. O ex-secretário-geral da Liga Árabe Ismat Abdel Majid afirmou que o líder palestino Yasser Arafat, morto nesta quinta-feira em Paris, era um "símbolo da resistência" contra a ocupação. A Jordânia declarou quatro dias de luto na corte real e três dias para todo o país, pela morte de Yasser Arafat. Em um documento oficial, o governo jordaniano diz que os palestinos devem superar a tristeza e seguir com os esforços na busca de seus direitos por um Estado independente. Ásia A morte do presidente da Autoridade Palestina também despertou manifestações de pesar de diversos líderes de países asiáticos. O governo da Indonésia, a maior nação islâmica do mundo, expressou pesar pela morte de Yasser Arafat e saudou o líder palestino como "um herói". Já o ministro das Relações Exteriores da Malásia, Syed Hamid Albar, encorajou os palestinos, pela "honra de Arafat", a se unirem em torno da conquista da independência palestina. O presidente da China, Hu Jintao, qualificou Arafat como um "brilhante e devoto líder da causa palestina". No Japão, o primeiro-ministro Junuchiro Koizum, disse que Yasser Arafat criou os alicerces para o estabelecimento de um Estado palestino. |
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