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Confrontos matam 7 na parte indiana da Caxemira | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Dois atentados isolados na área administrada pela Índia na Caxemira deixaram sete pessoas mortas e pelo menos três feridas neste sábado. Os ataques aconteceram pouco antes da chegada do ministro do Interior indiano, Shivraj Patil, à região. Um dos incidentes aconteceu no posto de fronteira da Índia na cidade de Sopore, a norte de Srinagar. Soldados indianos teriam sido atacados por dois separatistas, que acabaram morrendo no combate. Pelo menos quatro militares ficaram feridos no tiroteio, e um deles não resistiu aos ferimentos e morreu mais tarde. Em um episódio isolado, soldados indianos trocaram tiros e mataram cinco separatistas na região de Poonch, nas montanhas que fazem fronteira com a área administrada pelo Paquistão. Patil De acordo com as autoridades da Índia, os homens foram fuzilados ao tentar cruzar a chamada "linha de controle", que separa as partes da Caxemira controladas pela Índia e pelo Paquistão. O ministro Patil foi à região para participar de uma série de encontros com líderes políticos e militares. Ele deve ficar três dias na Caxemira para avaliar a situação da segurança na área, que já foi motivo de três guerras entre os dois países vizinhos desde a independência do Paquistão, em 1947. No ano passado, os dois vizinhos aprovaram medidas no intuito de conquistar a confiança mútua, entre elas, a retomada das linhas de trem, avião e ônibus entre os países e o fortalecimento dos laços diplomáticos. Dezenas de milhares de pessoas morreram na Caxemira desde o fim dos anos 80, quando militantes iniciaram o movimento armado para expulsar o Exército indiano da região. |
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