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Explosão na Caxemira mata 33 indianos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Hizbul Mujahideen, principal grupo militante que combate forças indianas na região da Caxemira, assumiu a autoria de um ataque a um ônibus, no qual 33 pessoas morreram. Quinze das vítimas faziam parte da Força Paramilitar de Fronteira da Índia. Os demais eram seus familiares, entre eles seis mulheres e três crianças. Outras 15 pessoas ficaram feridas. O ataque foi condenado pelo novo governo da Índia. O grupo disse ter provocado a explosão como uma vingança ao assassinato de comandantes nos últimos meses. Fogo O correspondente da BBC em Srinagar, Altaf Hussain, diz que o ônibus foi partido em dois pela explosão e pegou fogo em seguida. Minas colocadas no veículo foram acionadas por controle remoto. O estrago foi potencializado porque a explosão atingiu o tanque de combustível. Na primeira semana de maio, a polícia da parte da Caxemira administrada pela Índia confirmou ter matado dois líderes do grupo separatista islâmico Hizbul O porta-voz do grupo não fez menção ao novo primeiro-ministro eleito da Índia, Manmohan Singh. Singh prometeu encontrar uma solução pacífica para o conflito, que nos últimos 14 anos causou a morte de 65 mil pessoas. |
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