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Soldados dos EUA podem ser processados por crimes no Afeganistão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pelo menos 28 soldados americanos podem enfrentar processo criminal por sua ligação com a morte de dois prisioneiros, em 2002, em uma prisão administrada pelos Estados Unidos no Afeganistão. A recomendação para que os soldados sejam processados foi feita em um relatório da Divisão de Investigações Criminais do Exército americano. Acredita-se que os soldados sejam de uma unidade de policiais militares da reserva e de uma unidade de inteligência militar. Possíveis crimes variam de conspiração a homicídio involuntário. Mortes O sargento James Boland foi acusado por ataque e abandono do dever em conexão com as mortes. Ele estava de guarda na base aérea de Bagram, ao norte de Cabul, quando dois homens morreram. Um investigador militar concluiu que os dois morreram devido ao trauma sofrido em conseqüência de ferimentos feitos com "força bruta". Os prisioneiros tinham passado uma semana no centro de detenção quando morreram, em dezembro passado. Um dos homens morreu em conseqüência de um coágulo nos pulmões. O segundo morreu uma semana mais tarde, depois de ter tido um ataque cardíaco e também ter desenvolvido coágulo nos pulmões. O relatório é a etapa mais recente das investigações militares dos Estados Unidos sobre denúncias de abusos de soldados americanos a prisioneiros no Iraque e no Afeganistão. Grupos de direitos humanos acusam o governo dos Estados Unidos de ter submetido prisioneiros a maus-tratos que levaram a mortes e tentativas de suicídios enquanto as pessoas estavam sob sua custódia. |
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