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Contratado da CIA é acusado da morte de preso afegão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um americano civil que contratado pela CIA (serviço de inteligência americano) para fazer interrogatórios no Afeganistão foi indiciado em um tribunal nos Estados Unidos pela morte de um prisioneiro. David Passaro recebeu cinco acusações pelo espancamento até a morte do prisioneiro afegão Abdul Wali. Wali morreu, no ano passado, dois dias depois do seu interrogatório na base militar dos Estados Unidos na província de Kunar. Segundo correspondentes, esta é uma das três mortes confirmadas de prisioneiros sob custódia do Exército americano no Afeganistão. O presidente americano George W. Bush insistiu que o abuso de prisioneiros iraquianos na prisão de Abu Ghraib, na capital do Iraque, Bagdá, foi um caso isolado. Grupos de defesa de direitos humanos dizem, contudo, que esse tipo de tratamento é comum em prisões militares americanas no exterior. Segundo a agência de notícias Reuters, Passaro pode enfrentar pena de até 40 anos de prisão. "Os Estados Unidos não vão tolerar atos criminosos de brutalidade como os alegados neste indiciamento", disse o procurador-geral John Ashcroft em entrevista coletiva. Passaro interrogou Abdul Wali, que se entregou voluntariamente e foi colocado em uma cela na base, disse o indiciamento. Wali, era suspeito de ter tomado parte em ataques de morteiros à base, informou a Reuters. |
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