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ONU vai investigar denúncia de fraude em eleições afegãs | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A ONU (Organização das Nações Unidas) anunciou que vai investigar as alegações oficialmente apresentadas até a próxima terça-feira sobre irregularidades nas eleições presidenciais do Afeganistão. Isso significa que os votos só serão contados após o final do prazo para a apresentação das queixas. Uma das denúncias é de falha no método de se utilizar tinta para impedir que as pessoas pudessem votar mais de uma vez. Várias pessoas que depositaram seus votos reclamaram que a tinta colocada nos dedos para garantir que os eleitores não votassem novamente desapareceram muito rápido. Um dos maiores rivais do presidente interino Hamid Karzai, o candidato Yunus Qanuni, disse que vai aceitar os resultados do inquérito da ONU. Supervisão O órgão do governo afegão responsável pela coordenação do pleito – em parceria com a ONU – disse que as urnas de áreas onde houve reclamações serão isoladas e conferidas. Nas outras áreas, a contagem deve começar normalmente. Ao saber do problema com a tinta, 15 candidatos que se opõem ao governo de Karzai pediram a suspensão das eleições. Apesar das denúncias, no entanto, observadores internacionais endossaram as eleições. A OSCE (Organização para Segurança e Cooperação na Europa), que enviou 230 monitores, admitiu irregularidades, mas disse que o pedido para a anulação do pleito seria "injustificado". No entanto, devido aos temores de possíveis ataques durante a votação, um número reduzido de observadores teve que supervisionar 25 mil postos eleitorais, o que comprometeu uma operação mais abrangente de monitoramento. |
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