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Observadores aprovam eleições no Afeganistão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Observadores internacionais endossaram a eleição presidencial do Afeganistão, realizada no sábado, e rejeitaram acusações de fraude. A Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) disse que o pedido de anulação do pleito, feito por 15 dos 18 candidatos, "não tem justificativa". Os candidatos alegaram que a tinta colocada nos dedos dos eleitores para impedi-los de votar mais de uma vez estava saindo facilmente. O uso da tinta tinha sido anunciado como "a solução" para impedir fraudes depois que foi descoberto que vários eleitores tinham se registrado mais de uma vez para votar. Mas representantes de vários candidatos disseram depois à BBC que vão aguardar a instalação de uma investigação oficial para averiguar possíveis irregularidades. Democracia O embaixador Robert Barry, da organização, disse que "a demanda dos candidatos de anular as eleições é injustificada e não serve ao povo afegão que saiu ontem (para votar), enfrentando grande risco pessoal". Mas a OSCE, que mandou 230 monitores estrangeiros, admitiu que houve irregularidades que devem ser investigadas. A Fundação para Eleições Livres e Justas no Afeganistão (FEFA) disse que a eleição foi "bastante democrática". Numa entrevista concedida à BBC neste domingo, o presidente do Afeganistão Hamid Karzai rejeitou mais uma vez as críticas à eleição e disse que - seja quem for o vencedor - o processo deve ser visto como um enorme sucesso. A ONU comemorou a participação "massiva" da população nas eleições deste sábado. Mais de 10 milhões de pessoas foram registradas para votar, muitas delas refugiados que vivem no Paquistão e no Irã. |
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