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Refugiados correm para se registrar para eleição afegã | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Em quatro dias adicionais, mais 650 mil votantes entre os refugiados afegãos se registraram para participar das eleições presidenciais que acontecem neste sábado, de acordo com os organizadores do pleito. Os dias a mais incluíram esta segunda-feira por causa do "entusiasmo" dos eleitores, segundo a Organização Internacional de Migração (IOM, na sigla em inglês). Cerca de 1.670 centros de registro, que também servirão como seções eleitorais, foram criados no oeste do Paquistão. Mais de 600 mil refugiados afegãos no Irã também devem votar. Mulheres A IOM confirmou que o processo de registro terminou nesta segunda-feira. Não são conhecidos os números exatos de mulheres entre os eleitores registrados, mas o assessor de imprensa da IOM, Greg Bearup, disse que o total está crescendo aos poucos e pode chegar a 27%. Refugiados que vivem no Irã e no Paquistão podem somar significativos 10% do total dos eleitores do Afeganistão. Mas cerca de 2 milhões de afegãos que moram no Paquistão não votarão. Uma decisão tardia sobre registrar ou não os eleitores no Paquistão e no Irã significou que grupos inteiros de refugiados no leste e no sudoeste do país não poderão votar. Integrantes do antigo regime do Talebã convocaram os afegãos a boicotar as eleições. |
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