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Iêmen condena à morte acusados de ataque ao USS Cole | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um tribunal no Iêmen condenou à morte dois homens por sua participação na organização do atentado contra um navio militar dos Estados Unidos, o USS Cole, que deixou 17 mortos em 2000. Um dos condenados, o saudita Abd Al-Rahim Al-Nashiri, não estava presente na corte - ele é mantido sob custódia americana em local desconhecido após ter sido preso em 2002, nos Emirados Árabes. Washington afirma que o saudita tem ligações próximas com Osama Bin Laden e que seria o comandante para operações navais da rede Al-Qaeda. O outro condenado, Jamal Al-Badawi, é iemenita. Outros quatro condenados por envolvimento no ataque, que feriu mais de 40 americanos, receberam penas de cinco a dez anos de prisão. Cúmplices Ao escutar a sentença no tribunal na capital iemenita, Sanaa, os acusados gritaram "Allahu Akbar" (Deus é o maior). "Este é um veredicto injusto, é um veredicto americano", gritou Badawi, de 35 anos. O irmão do iemenita disse à agência de notícias Associated Press que vai recorrer contra a sentença. O destróier USS Cole estava ancorado no porto de Áden, no Iêmen, quando um pequeno barco carregado de explosivos se chocou contra ele, numa missão suicida. |
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