|
Governo do Iêmen diz que conflitos mataram 118 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Autoridades do Iêmen dizem quem 118 pessoas morreram e outras 200 foram capturadas em confrontos no norte do país nas últimas duas semanas. Os combates teriam surgido entre o Exército iemenita e simpatizantes do clérigo xiita Hussein al-Houthi. O governo acusa o clérigo de formar centros religiosos sem licença apropriada. Os centros foram descritos por autoridades do Iêmen como um "exército clandestino que estaria realizando ataques violentos contra Estados Unidos e Israel". De acordo com o governo, simpatizantes do clérigo fariam parte de um grupo armado chamado "Juventude Crente" que estaria realizando protestos violentos. 'Julgamento justo' O sentimento contra os Estados Unidos passou a crescer após a ocupação do Iraque. Alguns clérigos iemenitas também são conhecidos por pregar o ódio ao Ocidente. O presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, disse que al-Houthi receberá um julgamento justo caso decisa se render. Saleh disse ainda que forças do governo haviam cercado o clérigo e seus simpatizantes após al-Houthi ter desafiado uma ordem anterior de rendição. O ministro do Interior, Rshad al-Alimi, informou que o cerco a montanhas do norte do Iêmen continua. Os confrontos começaram após esforços de mediação para resolução do conflito no mês passado. Hussein al-Houthi é membro da comunidade Zaidi, uma seita xiita moderada no norte do país de maioria sunita. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||