|
Seqüestradores libertam duas italianas em Bagdá | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, confirmou que duas italianas seqüestradas no Iraque há três semanas foram libertadas nesta terça-feira. Segundo Berlusconi, as duas mulheres, ambas funcionárias de agências humanitárias, estão na embaixada italiana em Bagdá e apresentam um bom estado de saúde. Simona Pari e Simona Toretta, as duas com 29 anos, foram capturadas na capital iraquiana em 7 de setembro. Na última quinta-feira, foram colocados dois avisos em sites de organizações islâmicas na internet dizendo que elas tinham sido mortas. A informação foi prontamente questionada pelo governo italiano. Terceiro O seqüestro foi o terceiro envolvendo reféns italianos no Iraque. As autoridades italianos foram duramente criticadas por não terem trabalhado o suficiente para assegurar a libertação do jornalista Enzo Baldoni, morto em agosto. Em abril, quatro guardas-costas italianos foram seqüestrados, e um deles foi morto no país. Mais de 100 estrangeiros foram seqüestrados no Iraque desde março de 2003. A maioria foi libertada, mas pelo menos 27 morreram. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||