|
Grã-Bretanha 'não negociará' com seqüestradores | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro do Exterior da Grã-Bretanha, Jack Straw, disse que seu governo não irá negociar com militantes islâmicos que estão ameaçando matar um cidadão britânico que foi seqüestrado no Iraque. Essa foi a primeira reação oficial das autoridades em Londres depois da divulgação de um vídeo por um site árabe, em que o refém, Kenneth Bigley, faz um apelo ao primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Tony Blair, para que sua vida seja poupada. Straw disse que Bigley foi colocado em uma situação terrível por homens de má índole, mas que isso não irá mudar a posição do governo britânico. Dois colegas americanos de Bigley, capturados com ele na semana passada, já foram mortos pelos seqüestradores. Italianas Um outro grupo militante islâmico, que havia seqüestrado duas mulheres italianas em Bagdá, divulgou uma mensagem pela internet afirmando tê-las matado. Na mensagem, o grupo autodenominado Organização Jihad disse que as mulheres morreram porque a Itália não aceitou retirar suas forças do Iraque. As autoridades italianas não confirmaram as mortes. As duas italianas, que prestavam serviços de ajuda humanitária no Iraque, foram seqüestradas há duas semanas. Em agosto, um italiano que estava no Iraque trabalhando como jornalista foi seqüestrado e depois foi morto por militantes islâmicos. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||