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Duas italianas são seqüestradas em Bagdá | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Duas italianas foram seqüestradas no centro de Bagdá, na manhã desta terça-feira, segundo a polícia iraquiana. Elas trabalhavam para a associação de caridade Ponte Per Baghdad (Ponte Para Bagdá) e foram capturadas por homens armados que invadiram seu escritório, localizado em um prédio que abriga várias instituições. As duas foram identificadas como Simonetta Pari e Simonetta Torretta. Junto com as italianas, foi levado também um casal de iraquianos que trabalhava na ONG Intersource. Compromisso No mês passado, um jornalista free-lancer italiano, Enzo Baldoni, que trabalhava como voluntário para a Cruz Vermelha, foi seqüestrado entre Bagdá e Najaf. Os seqüestradores tinham exigido que as tropas italianas deixassem o Iraque. Com a recusa do governo da Itália, o refém foi morto. O premiê italiano, Sílvio Berlusconi, disse que o assassinato não iria deter o compromisso da Itália com o Iraque. Mais de uma centena de estrangeiros foram seqüestrados no Iraque desde a invasão americana em março de 2003. |
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