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EUA retomam bombardeios em Falluja | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Forças americanas retomaram os bombardeios na cidade de Falluja nesta quarta-feira, considerado reduto sunita da resistência iraquiana. Testemunhas disseram ter visto grandes explosões em Al-Shuhada, no sul da cidade. Hospitais da região disseram que dois iraquianos morreram no bombardeio. Os ataques americanos, que incluem o bombardeio aéreo e de artilharia, estão ocorrendo em meio a mais uma onda de violência no país. Desde segunda-feira, pelo menos 14 soldados americanos foram mortos em diferentes ataques, segundo fontes militares americanas. Do lado iraquiano, os números são mais imprecisos. Em vários ataques feitos desde terça-feira, os americanos afirmam terem matado até cem militantes, enquanto fontes médicas iraquianas afirmam que esse número não passa de cinco. Muitas famílias iraquianas deixaram a cidade temendo que os ataques se espalhem para outras partes. Outros combates A terça-feira foi também um dia de combates entre soldados americanos e milicianos xiitas no leste da capital iraquiana, Bagdá. Pelo menos 35 pessoas morreram. No oeste da Bagdá, o governador da cidade, Ali Al-Haidri, escapou de um atentado a bomba, mas dois civis morreram. E em Mosul, no norte do Iraque, o filho do governador da privíncia foi morto a tiros. Italianas Em meio a violência, o primeiro-ministro da Itália, Sílvio Berlusconi, convocou um encontro de emergência após duas italianas terem sido seqüestradas no Iraque. Elas trabalhavam para a associação de caridade Ponte Per Baghdad (Ponte Para Bagdá) e foram capturadas por homens armados que invadiram seu escritório, localizado em um prédio que abriga várias instituições.
No mês passado, um jornalista free-lancer italiano, Enzo Baldoni, que trabalhava como voluntário para a Cruz Vermelha, foi seqüestrado entre Bagdá e Najaf. Os seqüestradores tinham exigido que as tropas italianas deixassem o Iraque. Com a recusa do governo da Itália, o refém foi morto. Berlusconi afirmou que as tropas italianas vão permanecerno Iraque. |
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