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Atualizado às: 23 de setembro, 2004 - 15h54 GMT (12h54 Brasília)
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Itália duvida que reféns no Iraque tenham sido decapitadas
Simona Pari e Simona Toretta
Pari e Toretta: não se sabe o destino das duas Simonas
O governo italiano classificou como "não-confiáveis" as afirmações feitas na internet de que duas funcionárias de agências humanitárias reféns de militantes haviam sido mortas.

O porta-voz do Parlamento italiano, Pierferdinando Casini, disse que o governo estava tratando a afirmação com "suspeita total".

Dois avisos separados colocados na internet diziam que as mulheres estavam mortas.

Simona Pari e Simona Toretta, além de dois colegas iraquianos, foram seqüestrados em Bagdá no dia 7 de setembro.

Decapitadas

Em texto escrito num site pouco conhecido, um grupo militante autodenominado "Apoiadores de Al-Zawahri" disse ter decapitado as duas mulheres.

Outro texto colocado na internet, da "Organização Jihad Islâmica", também diz que as italianas foram mortas.

As duas mulheres, que têm 29 anos, trabalhavam na instituição A Bridge to Baghdad (Uma Ponte para Bagdá).

Esta é a terceira crise com reféns italianos no Iraque. O governo do país tem trabalhado nos bastidores para tentar garantir a libertação das reféns.

No começo de setembro, duas delegações de alto escalão, lideradas pelo ministro das Relações Exteriores da Itália, Franco Frattini, foram enviadas ao Oriente Médio.

Partidos de oposição na Itália concordaram em trabalhar com o governo para tentar assegurar a libertação das mulheres.

Jornalistas dizem que houve um inédito exemplo de união nacional em torno do governo.

As autoridades do país foram duramente criticadas por não terem trabalhado o suficiente para assegurar a libertação do jornalista Enzo Baldoni, morto em agosto.

Em abril, quatro guardas-costas italianos foram seqüestrados, e um deles foi morto no país.

Mais de 100 estrangeiros foram seqüestrados no Iraque desde março de 2003. A maioria foi libertada, mas pelo menos 27 morreram.

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