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Opositor sai na frente em eleição da Indonésia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O início da contagem dos votos das eleições presidenciais na Indonésia confirma as pesquisas de boca-de-urna e dão a vantagem ao ex-general Susilo Bambang Yudhoyono. Com cerca de 7,3 milhões de votos apurados (de 147 milhões eleitores), Yudhoyono tem 59% dos votos contra 41% da atual mandatária, Megawati Sukarnoputri. O comparecimento foi alto e o resultado final não deve sair antes de uma semana. A correspondente da BBC em Jacarta Rachel Harvey disse que ambos candidatos prometeram combater a corrupção no país e encontrar os militantes responsáveis por uma série de ataques devastadores, incluindo o atentado a bomba contra a Embaixada da Austrália em Jacarta no dia 9 de setembro, quando nove pessoas morreram. Voto direto Segundo Harvey, o novo presidente enfrentará desafios sérios, mas, pela primeira vez na história da Indonésia, será eleito diretamente pelos indonésios. A votação desta segunda-feira representa o final de um processo eleitoral que começou em abril, com uma eleição parlamentar. O primeiro turno do pleito presidencial ocorreu em julho. Yudhoyono venceu o primeiro turno com 33,5% dos votos válidos. “Eu acredito que, Deus querendo, posso vencer esta eleição”, disse o ex-general antes de votar, em Jacarta. Por sua vez, antes das eleições, Megawati fez um apelo para que os indonésios “mostrem ao mundo que nós somos uma nação que pode realizar uma eleição de uma forma democrática, segura, ordeira e pacífica”. |
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