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Polícia indonésia foi alertada para atentado, diz premiê | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro da Austrália, John Howard, disse que a polícia da Indonésia recebeu ameaças de um ataque "a uma embaixada ocidental" 45 minutos antes da explosão de quinta-feira diante da embaixada australiana na capital do país, Jacarta. A explosão matou nove pessoas e deixou muitas outras feridas. Segundo Howard, a polícia recebeu uma mensagem por telefone exigindo a libertação do clérigo islâmico preso Abu Bakar Bashir. Bashir é supostamente o líder espiritual do grupo militante Jemaah Islamiyah. O primeiro-ministro australiano disse que a mensagem chegou tarde demais para impedir a ocorrência do ataque. A polícia indonésia, porém, nega ter recebido qualquer mensagem. A polícia disse que acredita que foi usado um furgão com explosivos no ataque, e o motorista pode ter morrido na explosão. A explosão aconteceu por volta das 10h30 (0h30 em Brasília), em Kuningan, um bairro residencial ao sul da cidade. A correspondente da BBC Rachel Harvey disse que recentemente as embaixadas elevaram seus alertas de segurança, dizendo ter informações confiáveis de que um ataque na capital indonésia estava sendo planejado. Em agosto de 2003, 12 pessoas morreram quando uma bomba explodiu na frente do hotel Marriott, perto do local da explosão da quinta-feira. Em outubro de 2002, 202 pessoas morreram em dois atentados a bomba na ilha de Bali. O grupo militante Jemaah Islamiah, responsabilizado por explosões anteriores, é o principal suspeito de ter realizado o atentado. |
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