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Polícia prende suspeitos de ataque em Jacarta | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia da Indonésia prendeu duas pessoas suspeitas de envolvimento no atentado com um carro-bomba contra a embaixada australiana em Jacarta, na semana passada. Os dois suspeitos, um homem e uma mulher, foram detidos na noite de quarta-feira perto da cidade de Surabaya, na ilha de Java. De acordo com Endro Wardoyo, porta-voz da polícia citado pela agência de notícias francesa AFP, outros três suspeitos fugiram do local antes que a polícia pudesse impedi-los. O atentado do último dia 9 deixou nove mortos e pelo menos 180 feridos. Segundo a agência de notícias Associated Press, vizinhos dos detidos foram os responsáveis pelas informações que levaram os investigadores aos suspeitos. Wardoyo afirmou que os suspeitos tentaram se livrar de documentos ao atirá-los em um poço, mas a polícia teria conseguido recuperar os papéis. Investigação As autoridades não revelaram os nomes dos detidos, mas relatos indicam que os dois são indonésios. No início das investigações, a polícia identificou o perito em bombas malaio Azahari Husin e seu parceiro Noordin Mohamad Top como principais suspeitos do atentado. Os investigadores suspeitam que Husin e Top têm ligações com o grupo Jemaah Islamiah, que atua no Sudeste Asiático. Na quarta-feira, a polícia divulgou fotos de oito suspeitos que teriam sido recrutados pelos dois. Quatro deles estão na lista de mais procurados do país há quase dois anos, mas os outros quatro eram desconhecidos até então. A polícia ofereceu 500 milhões de rúpias indonésias (cerca de R$ 160 mil) por informações que possam levar à prisão de cada um dos oito suspeitos e o dobro da quantia por pistas sobre Azahari e Top. |
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