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Seqüestradores exigem libertação de prisioneiras no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Militantes no Iraque ameaçaram matar dois reféns americanos e um britânico caso todas as mulheres prisioneiras no país não sejam libertadas, segundo informações mostradas em um vídeo do canal árabe Al-Jazeera. Os três homens, o britânico Kenneth Bigley e os americanos Jack Hensley e Eugene Armstrong, que trabalhavam para um empresa de construção com sede nos Emirados Árabes Unidos, aparecem vendados e cercados por militantes encapuzados no vídeo. De acordo com a Al-Jazeera, os homens, seqüestrados na quinta-feira em um hotel em Bagdá, estavam sendo detidos por militantes de Abu Musab Al-Zarqawi, suspeito de pertencer à rede Al-Qaeda. O seqüestradores deram um prazo de 48 horas para as autoridades americanas soltarem as prisioneiras. O governo americano disse que mantém apenas duas mulheres nas prisões de Abu Ghraib e Umm Qasr. Ambas são cientistas suspeitas de terem trabalhado no desenvolvimento de armas biológicas para Saddam Hussein. Não há informações sobre como o vídeo foi feito ou sobre como chegou às mãos do canal árabe. Mais de cem estrangeiros já foram seqüestrados no país por insurgentes que querem desestabilizar o governo interino iraquiano. |
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