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Relatório dos EUA admite guerra civil no Iraque até 2005 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo americano admitiu a existência de documentos secretos preparados por agentes dos Estados Unidos em julho para o presidente George W. Bush mostrando pessimismo sobre o futuro do Iraque. O relatório imaginou três possíveis cenários para o Iraque no final de 2005. O pior cenário refere-se a desdobramentos que podem levar a uma guerra civil. O mais favorável diz que o Iraque pode se tornar um país cuja estabilidade permanece frágil em termos políticos, econômicos e de segurança. O presidente Bush recebeu o relatório no final de julho, antes da piora nos ataques de insurgentes contra forças americanas e iraquianas. Eleições Na terça-feira, quando um carro-bomba em Bagdá matou 70 pessoas, Bush disse em um comício no Colorado que as eleições gerais no Iraque aconteceriam em janeiro, como previsto. O relatório, o primeiro do tipo sobre o Iraque desde outubro de 2002, foi preparadao pelo Conselho de Informações Nacionais e aprovada pelo Comissão de Informações Estrangeiras. "Durante todo esse tempo, temos visto pessoas pessimistas com o Iraque", disse o porta-voz da Casa Branca, Scott McClellan. "Mas a liderança iraquiana provou que eles estavam errados, por estarem determinados com um futuro de liberdade e paz." O concorrente de Bush nas eleições americanas, o senador democrata John Kerry, criticou a posição da atual administração em relação ao Iraque. Falando em um programa de rádio, Kerry questionou se seria possível a realização das eleições em janeiro. |
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