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Operação prende 63 'insurgentes' em Bagdá | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Forças americanas e iraquianas detiveram 63 suspeitos de serem insurgentes durante uma grande operação na capital do país, Bagdá. Após trocas de tiros, eles isolaram uma região da cidade em resposta a ataques de morteiros próximos a ministérios iraquianos e às embaixadas dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha. A polícia iraquiana diz que, entre os presos estão cidadãos sírios, libaneses e egípcios. Durante a operação, um carro repleto de explosivos atacou um comboio policial, matando três policiais e ferindo 37 pessoas. Outras cidades Na cidade de Basra, no sul do país, um soldado britânico ficou ferido durante combates com guerrilheiros leais ao clérigo xiita Moqtada Al-Sadr. A agência de notícias Associated Press disse que as forças britânicas invadiram os escritórios de Al-Sadr em Basra, mas a notícia não foi confirmada. Na tarde de sexta-feira, as forças americanas mataram pelo menos três pessoas em bombardeios aéreos na cidade de Falluja. As vítimas foram descritas pelo americanos como "terroristas estrangeiros". Os EUA já tinham admitido terem matado até 60 pessoas em ataques aéreos em Falluja. O Ministério da Saúde disse que o número de mortos foi de 44. A cidade é um dos focos de resistência à presença americana no país. |
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