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Tempestade Jeanne mata quatro no Caribe | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A tempestade tropical Jeanne, que já matou quatro pessoas no Caribe, está a caminho das Bahamas e pode se transformar em outro furacão a assolar a área. Jeanne matou duas pessoas na República Dominicana, incluindo um bebê de quatro meses, e duas em Porto Rico. Enquanto isso, nos Estados Unidos, o furacão Ivan deflagrou uma série de violentos tornados nos Estados do sudeste do país. O número de mortos ainda não é preciso, mas a agência de notícias Associated Press diz que pelo menos 22 pessoas morreram. Devastação Quando passou pelo Caribe, antes de chegar aos EUA, Ivan matou cerca de 60 pessoas em Granada, Jamaica e nas ilhas Caimã. Ele agora teve o seu status diminuído para "tempestade tropical". Quando Ivan cruzou da Flórida para Lousiana, com ventos de até 217 km/h, pelo menos 12 tornados foram gerados. Casas foram destruídas, e muitas ruas, inundadas. Na noite de quinta-feira, os ventos do Ivan sopravam a 55km/h. Eles tinham chegado a até 265 km/h anteriormente. O presidente americano, George W. Bush, declarou os Estados do Alabama, Mississippi e Lousiana como áreas de desastre. A Flórida já tinha esse status quando foi atingida pelos furacões Charley e Frances, nas últimas seis semanas. A Cruz Vermelha lançou um apelo para as vítimas de Ivan no Caribe. A organização pretende ajudar 85 mil pessoas que perderam suas casas nos próximos seis meses em Cuba, Jamaica, Granada e Ilhas Caimã. O coordenador de operações da Cruz Vermelha, Ian Logan, disse que 90% dos prédios em Granada foram danificados. "Estamos falando de 60 mil pessoas de uma população de 100 mil, em Granada", diz ele. "Já tivemos três furacões seguidos, algo que pode acontecer a cada 50 anos. É um cenário devastador e estamos preparados para mais." |
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