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Furacão ameaça Jamaica e faz petróleo subir | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O temor de que o furacão Ivan afete a produção do petróleo no Golfo do México levou os preços do petróleo a subir novamente nesta sexta-feira. O preço do barril do tipo Brent em Londres aumentou US$ 0,16, consolidando ganhos registrados nos últimos dias. O barril chegou a ser negociado a US$ 42,38, o preço mais alto em duas semanas, mas ainda bem abaixo dos US$ 45,15 registrados em 20 de agosto. O Ivan está prestes a atingir a Jamaica após causar destruição em várias partes do Caribe, especialmente na ilha de Granada, e causar a morte de pelo menos 23 pessoas. Rota A Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) terá um pregão reduzido nesta sexta-feira, mas o mercado espera para ver se ela vai continuar a tendência de alta observada na quinta-feira, quando o preço do barril cru subiu quase US$ 2, atingindo US$ 44,61. Negociações eletrônicas feitas pela Nymex já apontavam uma alta de US$ 0,28 nesta sexta-feira. Segundo a agência de notícias Reuters, o caminho previsto para o furacão Ivan, que foi qualificado como de categoria 5, a mais forte possível, e posteriormente rebaixado para 4, indica que ele não vai afetar a produção de petróleo americana no Golfo do México. Mas a rota dos furacões costuma ser bastante imprevisível, e, de acordo com a Reuters, a Shell já retirou 125 funcionários que exercem tarefas consideradas não-essenciais de suas plataformas de petróleo e gás na região. Meteorologistas alertam que o furacão pode voltar a ficar mais forte ainda antes de atingir a Jamaica. Partes de Cuba, República Dominicana, Haiti e do sudeste dos Estados Unidos, incluindo a Flórida, também estão no provável caminho do furacão. |
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