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Farc recusam troca de prisioneiros por reféns na Colômbia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) recusaram uma oferta do governo nacional para trocar prisioneiros por reféns. Por meio de um comunicado, o maior grupo rebelde colombiano afirmou que a proposta "carece de realismo e seriedade". Na semana passada, o presidente colombiano, Álvaro Uribe, anunciou um plano para libertar 50 "guerrilheiros processados ou condenados por rebelião". A oferta não incluía aqueles processados por assassinatos, seqüestros e outros delitos, situação na qual se encontra a maioria dos presos. 'Politiqueiro' As Farc sustentam que a proposta oficial "nega à guerrilha o direito de definir quais e quantos são seus presos ou a discussão sobre as condições e circunstâncias em que devem ser liberados". As Farc salientam que Uribe lançou a iniciativa para favorecer suas ambições políticas. O presidente tenta alterar a Constituição dos país para poder se reeleger em 2006. "O tratamento de temas tão sensíveis e prioritários para a sociedade colombiana como a troca deve se despojar de politicagem e demagogia que caracteriza a busca pela reeleição presidencial", diz o grupo. O governo colombiano não fez nenhum comentário em relação ao comunicado do grupo rebelde. As Farc mantêm cerca de 60 pessoas como reféns, três delas dos Estados Unidos. |
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