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Atualizado às: 19 de agosto, 2004 - 03h16 GMT (00h16 Brasília)
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Colômbia oferece troca de rebeldes presos por reféns
Guerrilheiros das Farc
Guerrilheiros mantém reféns em acampamentos secretos na selva
O governo da Colômbia se dispôs a libertar rebeldes presos em troca de reféns em poder do grupo esquerdista Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), em uma reviravolta de sua política para com os guerrilheiros.

A oferta foi feita às Farc em julho, mas só veio a público agora.

Até então, o governo do presidente Alvaro Uribe vinha se recusando a libertar rebeldes capturados em troca de muitos reféns notáveis tomados pelo grupo.

O governo diz que agora vai trocar 50 rebeldes desde que eles não peguem em armas novamente.

"Há duas possibilidades", disse o negociador do governo Luis Carlos Restrepo. "Eles (os rebeldes libertados) podem deixar o país ou entrarem em um projeto do governo para reintegrá-los à sociedade."

Reféns

Os guerrilheiros das Farc mantém centenas de reféns em acampamentos secretos na mata, vários deles, há anos.

Entre eles estão pessoas que trabalham para o Exército americano, a ex-candidata à presidência da Colômbia Ingrid Betancourt e um grande número de colombianos por quem se pediu resgate em dinheiro.

Os rebeldes das Farc querem a liberdade de milhares de seus correligionários presos pelas forças de segurança colombianas.

Famílias de reféns - e talvez o próprio governo americano - têm pressionado o governo de Bogotá para resolver o problema, disse o repórter da BBC na capital colombiana, Jeremy McDermott.

Segundo McDermott, ainda há enormes obstáculos para uma troca de prisioneiros por causa das condições impostas pelas autoridades para a libertação de rebeldes.

Um porta-voz do presidente Uribe disse que as Farcd ainda têm que responder à oferta do governo, que ele descreveu como "uma grande mudança política".

No passado, os rebeldes disseram que queriam que o governo libertasse milhares de seus correligionários presos e permitisse que eles voltassem à luta por um Estado marxista.

Centenas de milhares de pessoas morreram desde que as Farc começaram sua guerra de guerrilhas, há cerca de 40 anos.

Farc, 40 anos
Morte de amigo de Marulanda marcou nascimento do grupo.
Colômbia
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