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Sem-terra da Bolívia desocupam campos de petróleo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Agricultores sem-terra na Bolívia encerraram a ocupação de campos de petróleo pertencentes a empresas estrangeiras depois que o governo prometeu acelerar a redistribuição de terras. Mas no sul do país, moradores locais continuam a bloquear a principal estrada que liga a Bolívia à Argentina. Ambos os atos de protesto se concentraram nas fontes de energia, que trazem ao país mais pobre da América do Sul recursos vitais. As forças armadas e a polícia foram enviadas a vários locais para impedir novas ações de ocupação. Protestos Levou três dias para que o governo da Bolívia persuadisse centenas de agricultores sem-terra a encerrarem a ocupação dos campos de petróleo no leste do país. Mas tentativas de fazer o mesmo no sul, na área da cidade de Villamontes, estão se provando infrutíferas. A principal estrada que leva à Argentina e ao Paraguai está bloqueada há dez dias. Há notícias de que os manifestantes conseguiram fechar as válvulas de um gasoduto que pertence a estrangeiros. O gasoduto fornece energia para a cidade de Tarija. Em outra área do país, agricultores sem-terra teriam reocupado uma propriedade pertencente ao ex-presidente Gonzalo Sanchez de Lozada. E há informações de que o Movimento Sem-Terra da Bolívia planeja uma marcha para a capital, La Paz, para exigir a libertação de um de seus membros, acusado de participar do linchamento de um prefeito no começo do ano. |
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