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Sudão rejeita envio de nova força africana a Darfur | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Sudão rejeitou propostas da União Africana (UA) de enviar mais de 2 mil soldados para manter a paz na zona de conflito sudanesa de Darfur. "A segurança de Darfur é de responsabilidade apenas do Sudão", disse o ministro das Relações Exteriores, Mustafa Ismail. Seus comentários foram feitos antes de uma reunião da UA para discutir reforços para a missão observadora de 300 pessoas enviada à região. Alvo de ataques de milícias árabes apoiadas pelo governo (os Janjaweed), mais de 1 milhão de pessoas deixaram suas casas e se abrigam em campos de refugiados no país e no vizinho Chade. O Conselho de Segurança da ONU aprovou uma resolução exigindo que o Sudão desarmasse essas milícias em 30 dias. Os sudaneses advertem que não serão capazes de realizar a tarefa até o fim de agosto. A situação em Darfur é descrita como a pior crise humanitária do mundo na atualidade. O governo sudanês é acusado de ter armado os Janjaweed e os auxiliado a expulsar civis de suas casas com bombardeios aéreos. Além disso, funcionários da ONU em Darfur afirmam que autoridades ligadas ao governo fazem campanha de intimidação para obrigar as pessoas a voltar às suas casas contra a sua vontade. |
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