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Presos recusam revisão de caso em Guantánamo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Cinco dos oito prisioneiros dos americanos em Guantánamo que já foram convocados para ter seus casos revistos se recusaram a participar do processo, segundo autoridades militares. Segundo os americanos, três iemenitas, um marroquino e um saudita não aceitaram comparecer em frente a uma comissão de juízes militares que foi estabelecida para decidir se a detenção dos prisioneiros de Guantánamo é legal ou não. O Departamento de Defesa divulgou que os cinco "historicamente não cooperam" com os interrogadores em ação na prisão militar. As revisões dos casos dos prisioneiros começaram a ser feitas depois que a Suprema Corte americana decidiu que eles têm o direito de contestar suas prisões na Justiça. Difícil Os juízes militares vão decidir se os prisioneiros devem continuar na prisão ou ser libertados. Todos os cerca de 600 detidos na base de Guantánamo vão ser submetidos ao processo, segundo as autoridades americanas. O repórter da BBC Nick Childs, que está em Guantánamo, diz que, se muitos prisioneiros se recusarem a ter seus casos revistos, vai ficar difícil para os militares dos Estados Unidos dizerem que o processo todo está sendo válido. Críticos dizem que as comissões são inadequadas porque não permitem que os prisioneiros tenham acesso a advogados de defesa. O secretário da Marinha dos Estados Unidos, Gordon England, que está observando as audiências, disse que os procedimentos estão sendo justos e de acordo com as leis internacionais. |
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