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Franceses de Guantánamo continuam presos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Quatro repatriados franceses detidos pelos Estados Unidos na baía de Guantánamo vão permancer presos enquanto são investigados por ligações com o terrorismo. Seus advogados de defesa dizem que os homens estão em boas condições físicas, mas seus estados psicológicos causam preocupação. Todos são muçulmanos originários do norte da África e foram detidos por forças americanas no Afeganistão, em 2001. Na última terça-feira, eles foram cedidos à França. Cerca de 590 suspeitos de terrorismo estão ainda detidos na base americana de Guantánamo, em Cuba. Opinião pública Dois dos franceses estão sendo também acusados de terem usado passaportes falsos para entrar no Afeganistão. A promotoria acredita que existem evidências suficientes, colhida nos quatro dias em que foram interrogados por oficiais franceses, para processá-los. Pelo menos dois deles já eram conhecidos pelo serviço secreto da França. A defesa quer que os juízes levem em conta os anos em que eles já permaneceram detidos e os conceda liberdade. Três outros franceses ainda estão sob custódia americana em Guantánamo. O governo francês diz que vem tentando a liberação desses homens. O caso dos sete detidos não mobilizou a opinião pública na França, embora exista uma indignação sobre o que muitos franceses entendem como um abuso dos direitos humanos na base americana. |
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