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Pentágono indica que pode libertar mais detentos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos decidiu que pode libertar alguns dos 600 detidos na base de Guantánamo, em Cuba, sem que os presos tenham que apresentar recursos em tribunais civis americanos. Um porta-voz do Departamento, porém, disse que ainda não foi tomada nenhuma decisão sobre a possível libertação dos presos. O anúncio do Pentágono está sendo feito na mesma semana em que a Suprema Corte do país anunciou que os presos têm direito a usar os tribunais dos Estados Unidos para contestar suas detenções. De acordo com o correspondente da BBC no Pentágono Nick Childs, está cada vez mais claro que o governo Bush foi surpreendido pela decisão da Suprema Corte, e está sob pressão para responder a ela. Sem acesso a advogados Em janeiro, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Donald Rumsfeld, anunciou que o Pentágono iria adotar um sistema próprio para rever a situação dos prisioneiros em Guantánamo. Os membros do painel que será responsável pela primeira revisão foram anunciados nesta semana, mas ativistas dos direitos humanos alegam que o sistema adotado pelo Pentágono não é justo porque os detentos não terão acesso a advogados. Ainda não se sabe quando esse processo de revisões vai começar. O Pentágono já libertou mais de 130 prisioneiros da base de Guantánamo. |
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