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Guantánamo: EUA libertam mais 26 detentos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Pentágono anunciou nesta segunda-feira que um total de 23 afegãos e três paquistaneses estão sendo libertados da prisão na base naval de Guantánamo, em Cuba. As autoridades não divulgaram os motivos da libertação dos detentos nem seus nomes. Em uma nota, o Pentágono diz que a decisão de liberá-los depende do fato de o detento "ser de interesse adicional do ponto de vista de inteligência para os Estados Unidos, e de ele representar ou não um perigo para os Estados Unidos". Na mesma mensagem, o Pentágono defendeu o fato de ainda estar mantendo 610 "combatentes inimigos" em Guantánamo. Julgamento No total, as autoridades militares americanas disseram ter libertado 119 detentos e transferido 12 deles para outras instalações penais. "O processo de avaliação e libertação não é infalível - pelo menos um detento voltou a lutar" depois de ser libertado, diz a mensagem. O Pentágono também reconheceu que muitos dos detentos poderão ficar presos indefinidamente, sem serem levados a julgamento, e que os Estados Unidos têm direito a isso de acordo com leis internacionais sobre guerras. Grande parte dos detentos de Guantánamo foram detidos durante a ofensiva militar americana no Afeganistão, em 2001. |
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