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EUA vão soltar 5 britânicos presos na base de Guantánamo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Cinco britânicos presos na base americana de Guantánamo (Cuba), acusados de ligação com o terrorismo, serão soltos, disse o chanceler da Grã-Bretanha, Jack Straw. Há nove cidadãos britânicos entre os mais de 660 suspeitos mantidos presos sem julgamento há dois anos pelos Estados Unidos. As famílias desses acusados pressionam o governo do premiê Tony Blair a convencer os seus aliados americanos a libertá-los. Straw afirmou que os cinco presos serão colocados num avião rumo à Grã-Bretanha nas próximas semanas e caberá à polícia decidir se vai prendê-los ou não. A maioria dos britânicos sob custódia foram presos no Paquistão ou no Afeganistão, por suspostos vínculos com a rede Al Qaeda ou a mília afegã do Talebã. Leis antiterror O chanceler acrescentou que caberá também ao Serviço de Promotoria da Coroa britânica decidir se eles devem ser indiciados pelos tribunais do país com base em leis antiterrorismo. O nome dos cinco a serem libertados foi revelado. São eles Shafiq Rasul, 24 anos, Asif Iqbal, 20, Ruhal Ahmed, 21, Jamal Udeen, 35, e Tarek Dergoul, 24. Não foram incluídos Feroz Abbasi e Moazzam Begg, os dois presos britânicos em Guantánamo mais conhecidos que, segundo as autoridades americanas, devem ser julgados por tribunais militares dos Estados Unidos. Pouco antes do anúncio, o governo da Dinamarca já havia revelado que um cidadão dinamarquês seria libertado de Guantánamo após negociações com o governo de Washington. |
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