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Bush e Kerry fazem campanha em Estados-chave | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Republicano George W. Bush e seu rival nas eleições presidenciais de novembro, o Democrata John Kerry, vêm fazendo suas campanhas no coração industrial dos Estados Unidos. Os dois passaram o sábado nos importantes Estados de Ohio e Pensilvânia e mostraram, em seus discursos, que discordam sobre a situação econômica do país. Bush afirmou que a economia anda forte e se fortalecendo ainda mais, o que foi rechaçado por Kerry. Ohio é considerado um Estado decisivo para a corrida presidencial já que nenhum candidato Republicano já chegou à Casa Branca sem ter vencido por lá. A campanha eleitoral entrou em uma nova fase após Kerry ter assegurado a nomeação na convenção do Partido Democrata, semana passada. Bush No comício de Canton, em Ohio, Bush reconheceu que o desempenho do Estado é pior do que o do resto do país. “Eu sei que lugares como Ohio ficaram para trás”, disse ele. Antes o comício, ele se encontrou com empregados da maior companhia produtora de tubos de aço do mundo, a Timken. A empresa declarou em maio que o emprego de 1.300 de seus funcionários está em risco. “Viajei em um ônibus com trabalhadores que disseram estar preocupados com o futuro”, disse Bush. “Eu também estou preocupado, logo, é precisamos ter um presidente que entenda isso para manter os empregos no país.” Kerry Kerry, que espera que a publicidade dos últimos dias vai lhe gerar dividendos junto ao eleitorado, também fez campanha em Estados importantes e criticou a política econômica de Bush. “O presidente diz que a América já se recuperou, se referindo à economia”, disse Kerry na Pensilvânia. “Eu lhe pergunto: se você é um dos 44 milhões de americanos sem assistência médica ou perspectiva de poder pagar por uma, você está se recuperando?” Seus simpatizantes responderam em uníssono: “Não!”. Kerry também acusa o presidente americano de não fazer valer existentes acordos comerciais que protegeriam os empregos de migrarem para o exterior e não adotar políticas que criariam postos mais remunerados. |
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