|
Haiti precisa de mais tropas, diz enviado da ONU | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O novo enviado da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Haiti, Juan Gabriel Valdes, disse que são necessárias mais tropas no país para que as forças de paz possam começar a desarmar os rebeldes. Cerca de 7 mil soldados foram aprovados pelo Conselho de Segurança da ONU para a realização da tarefa, mas apenas pouco mais de 2 mil foram enviados ao Haiti até o momento. No final de junho, a Força Multilateral Interina (formada por Estados Unidos, França, Canadá e Chile) transferiu a responsabilidade do patrulhamento do país para a Força de Estabilização da ONU para o Haiti (Minustah, na sigla em francês), que é encabeçada pelo Brasil. Uma das principais missões da força é desarmar grupos que lutavam durante o governo de Jean Bertrand Aristide e que agora estão usando seu arsenal apenas para o crime. Valdes, que está visitando o Haiti antes de assumir o posto no final de agosto, disse que uma importante parte de seu trabalho é manter vivo o apoio internacional ao país. Em julho, a Conferência Internacional de Doadores para o Haiti, que aconteceu em Washington, conseguiu que governos e entidades internacionais se comprometessem com doações e financiamentos totalizando US$ 1,085 bilhão. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||