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Cabeça achada é de americano, diz embaixada | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A embaixada dos Estados Unidos na Arábia Saudita confirmou nesta sexta-feira que a cabeça encontrada em uma batida policial na capital do país nesta semana é do americano Paul Johnson. Johnson, que estava na Arábia Saudita trabalhando como engenheiro de helicópteros, foi seqüestrado por militantes extremistas islâmicos supostamente ligados à rede Al-Qaeda em 12 de junho. Fotografias da sua decapitação foram divulgadas na internet seis dias depois. ”Nós vimos a cabeça (...) e confirmamos que se trata da cabeça de Paul Johnson”, disse a porta-voz da embaixada americana Carol Kalin à agência de notícias Associated Press. A cabeça foi encontrada dentro de uma geladeira depois que a polícia saudita invadiu um apartamento em Riad, matando dois supostos militantes. Míssil Durante a operação, as forças de segurança sauditas também encontraram um míssil terra-ar, lança-granadas, rifles automáticos, revólveres, granadas de mão, munição, computadores e dinheiro. Em troca da vida de Johnson, os seqüestradores, que disseram pertencer a um grupo chamado “Organização Al-Qaeda da Península Arábica”, exigiram a libertação de pessoas que haviam sido presas na Arábia Saudita sob a acusação de ter ligações com militantes extremistas. Johnson foi o segundo civil americano a ser degolado por seqüestradores no Oriente Médio neste ano. O primeiro foi Nick Berg, morto por militantes extremistas no Iraque em maio. |
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