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Refém filipino é libertado após saída de tropas | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O motorista de caminhão filipino que estava sendo mantido como refém por militantes há duas semanas no Iraque foi libertado nesta terça-feira. O motorista Angelo de la Cruz teria sido levado para a embaixada dos Emirados Árabes Unidos, em Bagdá. Mas um porta-voz da presidente das Filipinas, Gloria Arroyo, disse que o governo ainda está esperando a confirmação oficial da libertação do refém. Os militantes que seqüestraram Cruz disseram que o matariam se as Filipinas não retirassem suas tropas (51 integrantes) do Iraque até o fim de julho. Precedente Os últimos soldados das Filipinas que estavam no Iraque deixaram o país na segunda-feira. O governo interino iraquiano classificou a decisão do governo de Manila como um "mau precedente". Países aliados das Filipinas na chamada "guerra ao terror", entre eles os Estados Unidos e a Austrália, criticaram duramente a retirada. Autoridades em Washington que pediram para não ter seus nomes revelados disseram que as relações do governo americano com Manila estão sendo reavaliadas. Embora o país tivesse apenas algumas dezenas de soldados em solo iraquiano, há mais de 4 mil civis filipinos trabalhando no Iraque, a maioria deles contratados em bases militares dos Estados Unidos. |
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